Postado por: Garcia
O desenvolvimento do próximo gadget revolucionário pode sair do seu bolso.
O financiamento coletivo de projetos virou um laboratório para experiências de produtos e serviços tecnológicos.
São eletrônicos, aplicativos e sites que talvez não tivessem chance de chegar ao mercado se não fosse pela fé de um pequeno grupo de consumidores loucos para botar as mãos em produtos que existem apenas no papel.
Para recolher os fundos, os inventores usam sites de financiamento coletivo, como o KICKSTARTER. Neles, as ideias são apresentadas, e, durante um período, um valor para torná-las realidade é pedido.
Segundo o seu cofundador, Yancey Strickler, 22 mil projetos tiveram sucesso, levando no total US$ 200 milhões de 2 milhões de pessoas. Todos tentam o mesmo sucesso do Pebble, um relógio inteligente que, com mais de US$ 10 milhões levantados, é recordista em arrecadação.

O paulista Patrick Santana levantou US$ 25 mil para o OpenPhoto, serviço para guardar fotos que promete controle total dos arquivos.
"Acho que não daria para tocar o projeto sem o Kickstarter. Não só pela parte financeira mas também por conseguirmos pessoas interessadas no projeto", diz.
O temor de David Zax, da "Technology Review", é de que o crescimento do Kickstarter faça com que empresas já estabelecidas e com recursos comecem a usar o site, sufocando os inventores que realmente precisam dele.
Fonte: Folha Tec
.11/08/2011
5 dicas para usar melhor o site da sua empresa
Postado por: Raphael Cangucu
Não é novidade para você que ter um site hoje em dia não é mais uma opção. Muitos empreendedores, porém, acham que, uma vez no ar, o trabalho acabou. E ficam chateados, tempos depois, por não verem resultados. Isso acontece porque não dá para recorrer somente a ele. É preciso combiná-lo com outras ferramentas de marketing. Aí, ele se torna vital na promoção de vendas.
Tirar mais proveito do seu website vai ajudar também a reduzir os custos com publicidade e potencializar o retorno dos investimentos. A ideia é envolver o site da sua empresa em todas as ações de marketing para que todos os caminhos levem o cliente a ele. Veja as 5 dicas de Nicole McCullum, colunista da revista Business Week para usar o seu website para fazer os negócios crescerem.
1- Certifique-se de que seu site é um reflexo fiel do que você é como empresa
O design do seu site vale mais que mil palavras. Por isso, ele deve ser pensado para atingir o seu público-alvo. Assegure-se de que o layout do website está atraindo a atenção dos visitantes certos e transmitindo as informações corretas sobre a sua empresa.
2- Envolva os visitantes com uma mensagem de marketing que tenha impacto instantâneo
Uma vez que você atraiu a atenção dos visitantes com o seu design, a mensagem de marketing é a chave para fazer com que eles fiquem no site e aprendam mais sobre a sua empresa e o que ela pode oferecer. Seja direto e inclua na mensagem uma solução a determinados problemas em potencial dos seus futuros clientes.
3- Faça com que seu site estimule ação por parte do cliente
Qualquer que seja a ação que você espera dos seus clientes, ela deve estar claramente visível no seu website. Não se preocupe em ser repetitivo e aproveite todas as páginas do site com informações que possam transformar as visitas em vendas.
4- Utilize premiações e brindes para gerar referências para outros clientes
Você pode maximizar o seu retorno e reduzir custos com publicidade se for capaz de converter mais visitas ao seu site em vendas. A melhor maneira de fazer isso é utilizar as “chantagens éticas”, como promoções do tipo “primeira compra tem desconto de 50%”, “consultas grátis” ou “ganhe um brinde com seu primeiro pedido”.
5- Alimente as oportunidades de venda com automação de marketing para sites
Integre as páginas do seu website com alguma ferramenta de automação de marketing que o ajude a ganhar tempo e dinheiro. Você pode facilmente agendar uma série de e-mails ou telefonemas de follow-up para manter contato com seus clientes em potencial e transformá-los em clientes de fato.
Fonte: Blog dos Empreendedores
.14/04/2011
Lançamento do Educação Coletiva
Postado por: Raphael Cangucu
Olá amigos, parceiros e clientes!
É com grande satisfação que a Codificar está lançando uma plataforma de compras coletivas voltada exclusivamente para Educação a Distância, o Educação Coletiva.
Mas porque escolhemos vender via formato de compras coletivas cursos a distância?
- Treinamento e capacitação é essencial para o Brasil.
- Desde o início da Codificar trabalhamos com empresas de EAD, sendo mais fácil conseguir parceiros. Hoje atendemos empresas como webAula, Estudar, MedAula – AulaBrasil, Educar Virtual, entre outras.
- Cursos a distância tem pouca variação de custo, assim é possível obter ganhos em escala. O que pode ser alcançado facilmente através do sucesso de um site de compras coletivas.
- Compras Coletivas é uma febre que pegou e vai continuar forte no Brasil, contudo acreditamos na setorização dos sites existentes, e não mais sites genéricos que vendam de tudo. Pois é um conceito social e a sociedade é formada por grupos e nichos de pessoas com interesses em comum.
Assim, lançamos a dois dias o Educação Coletiva com a incrível promoção: “Educação para o amigo é iPad garantido!!!” , onde quem indicar mais amigos ganhará o lindo tablet da Apple.
.26/11/2010
Iniciando uma start-up
Postado por: Thiago Alberto
Iniciar um novo empreendimento sem capital não é tarefa nada fácil em nenhum lugar do mundo. Inúmeros são os entraves, os motivos para se desistir antes mesmo de começar. Mas assim como em filmes dramáticos ou fábulas infantis há sempre uma lição e especialmente o objetivo que com muita bravura poderá ser alcançado.
Em mercados emergentes como o Brasil, onde os possíveis investidores estão focados em negócios estáveis como o mercado imobiliário ou envolvidos no mundo especulatório, a situação se torna ainda mais desfavorável. O dinheiro terá que sair quase sempre do seu bolso ou de algum parente próximo que queira apoiá-lo, nem sempre pensando em apoiar o negócio propriamente dito.
Também não conte com o governo como um parceiro, seja em qual esfera for, pois ele não o será. Apesar dele faturar muito com cada sucesso seu, o primeiro impacto que vislumbramos sobre a real posição governamental é na abertura da empresa, em que para sair da informalidade e ostentar o título de empresa formal e idônea serão necessários não menos que 40-50 dias. E várias serão as taxas a serem pagas para efetivar a criação do seu negócio, seguidas por outras taxas já no primeiro mês de vida.
No processo de abertura descobrimos outra figura que no papel deveria auxiliar no alavancar da empresa, mas na realidade acaba decepcionando: os contabilistas. Na grande maioria das vezes, temos que tais profissionais são mal remunerados, culpa atribuída à prática de mercado, que prefere pagar barato e ter um serviço de péssima qualidade a pagar um valor justo para se ter uma real assessoria contábil. Assim, a contabilidade brasileira em sua maior parte faz um mero trabalho de emissor de guias e protocolos.
Não obstante, prepare-se para ser um autêntico “faz tudo”, desde serviços de entrega e pagamentos à emissão de cheques, especificações e assinatura de contratos. É a necessidade de se ter inúmeros chapéus que ora cobrirão a cabeça do empreendedor sobre o traje de office-boy e ora de presidente.
Em outro ângulo, se em muitas atividades na vida, sempre podemos contar com o apoio de familiares, não tenha a certeza que o mesmo ocorrerá quando divulgar que está pensando em “abrir um negócio”. Famílias tradicionais querem profissionais de sucesso trabalhando em multinacionais ou grandes estatais. Querem emoldurar o nome do rebento na lista de aprovados do tão sonhado concurso público. É certo que apoio será encontrado, mas não sob a face do incentivo que carece.
Mas se definitivamente a vida estável de um bom emprego que possibilita noites bem dormidas não é o bastante, se você planeja fazer a diferença, quer ver pronto aquilo que sabe que pode fazer melhor ou quer de fato inovar num mundo cada vez mais dinâmico e sem limites, tenha plena consciência que inúmeros serão os percalços. É preciso ter um estômago forte, energia de sobra e principalmente um sonho que acredite acima de tudo que pode se tornar real.
Nestas circunstâncias, sua vontade de construir o novo certamente criará alicerces sobre as dificuldades destes vilões do empreendedorismo, transformando-as em incentivos e posteriormente troféus. Sua vida absurdamente atribulada ganhará um vasto conhecimento, quer seja pelas novas rodas de empreendedores que fatalmente frequentará, pelo vislumbramento que o mundo não tem limites, quer pela riqueza de oportunidades que descobrirá, algumas infelizmente de forma tardia.
E então, você é ambicioso e empreendedor? Faça um checkup geral e mãos a obra…
.20/09/2010
Libertem nossos dados
Postado por: Raphael Cangucu
Parei um momento para pensar sobre onde estão boa parte de minhas informações, documentos, transações financeiras, contas telefônicas, entre outras. E imaginei como seria se toda essa quantidade de informações pudessem ser acessadas “programaticamente” por mim ou por quem fosse autorizado, como funcionam no Facebook, Orkut e Twitter como exemplo.
O Twitter por exemplo que tem possui aproximadamente 145 milhões de usuários e 300 mil aplicativos que usam seus dados e funcionalidades para gerar ou não gerar riqueza, mas um fato claro é que milhares de empresas geram riqueza a partir da API do Twitter. E sua quantidade de usuários tem uma proximidade com o número de habitantes do Brasil.
Agora imaginem se a Receita Federal, INSS, Bancos, Detrans, Prefeituras, Governos Estaduais e Federal liberassem os dados dos cidadãos em padrões aceitáveis pelo mercado e de maneira transparente e aberta? Quantas milhares de aplicações surgiriam a partir disso, quanta riqueza poderia ser gerada?
Eu não faço idéia… mas com certeza eu quero meus dados livres, para que empreendedores possam me entregar soluções fáceis e desburocratizadas.
Certa vez a Codificar estava participando de algumas licitações e inclusive ganhamos algumas delas, refletimos do quão maravilhoso e transparente seria se o governo adotasse padrões para publicação de licitações.
Vamos a um exemplo prático:
Se todo orgão ou autarquia pública, seja governo, secretarias, prefeituras, reguladores e outras, fossem obrigadas a publicar um arquivo XML contendo todas as últimas 20 licitações e ainda possibilitando que fosse possível navegar entre as existente e além disso lançasse um serviço de busca de licitações em todo o Brasil, ou deixasse isso para empresas que já fazem isso como BrLicita, Conlicitação, ou ainda novos entrantes que desejam prestar esse tipo de serviço.
Ganharíamos em transparência, agilidade e menores preços para o Governo, já que o processo seria melhor divulgado e conhecido por todos…
Agora imaginem se aplicássemos essa lógica em diversas instâncias do dia a dia do cidadão, na qual nossos dados encontram-se refém das instituições na qual contratamos ou elegemos.
Enfim, LIBERTEM NOSSOS DADOS !!!
.10/07/2009
Criatividade externa
Postado por: Raphael Cangucu
Conheça o setor de atividade.
Por mais criativo que alguém seja, é só num campo bem conhecido que a pessoa consegue realizar totalmente seu potencial criador. Primeiro porque, para reconhecer a novidade aceitável, o criador precisa conhecer o meio e o campo em que vai inovar. Depois, porque a verdadeira novidade é detectada nas tensões do sistema. Logo, é preciso conhecer o sistema para identificar onde estão seus problemas. Leia tudo a respeito do setor, desenvolva experiências diversificadas no setor, tenha uma “curiosidade infantil” sobre tudo o que acontece nele. Mas atenção: cuidado para não cair na especialização excessiva, que tende a um conhecimento conservador, de receitas prontas e acabadas.
Saiba observar e ouvir.
Quanto mais o criador observa o que está à sua volta e ouve o que dizem em torno dele, mais respostas consegue para suas perguntas e mais apetite desenvolve por informações. Dizem os psicólogos que a melhor maneira de observar e ouvir decorre da empatia, isto é, da capacidade de se colocar no lugar do outro. Uma das habilidades ligadas à empatia é a escuta ativa e sem censura: aquela que fazemos sem projetar sobre o outro os nossos sentimentos e conhecimentos prévios, aceitando o que ele diz e como diz. Outra habilidade é a chamada “atenção flutuante”, que é o contrário da atenção voluntária ou focalizada e nos leva a ficar impregnados no conjunto do que é dito – e até no não dito.
Saiba perguntar.
A idéia, aqui, não é “sabatinar” a pessoa nem metralhar perguntas rápidas que exijam respostas do tipo “sim” ou “não”. Deixar a conversa correr e derivar para outros assuntos é fundamental, pois é nessa flutuação que mais aprendemos sobre o que a pessoa está expondo. As melhores perguntas para estimular a criatividade são as questões abertas, que permitem ao interlocutor expressar livremente suas idéias e emoções. Perguntas bem feitas a alguém com experiência em um setor pode levar a detectar oportunidades e idéias originais. O mesmo pode ser aplicado a grupos (consumidores, empregados, comunidade) para nos prover de informações, que podem ser fatores críticos de sucesso para a empresa.
Desenvolva um sistema de avaliação de idéias.
Estamos em pleno segundo passo da operação criativa, o retorno do ambiente exterior. Se fizermos tudo para desenvolver a criatividade, é certo que as idéias vão jorrar. Mas, visto que os recursos costumam ser limitados, é preciso detectar depressa quais das idéias podem ser viáveis. Trata-se de obter um indicador de viabilidade. Formule perguntas sobre a idéia e procure a resposta para elas.
Desenvolva a capacidade de se comunicar.
Não podemos esquecer que, por mais brilhante que seja a idéia original e por mais que corresponda a uma necessidade do mercado, é possível (e até provável) que venha a enfrentar resistências. Para combatê-las, o empreendedor precisa aprender a reconhecer os temores, as inseguranças e incertezas das pessoas que ele precisará persuadir e convencer. Isso implica o poder de apresentar novas idéias de maneira que reduzam as resistências e permitam que as pessoas as analisem dentro de seus próprios esquemas de referência.
Fonte: adaptado do texto de Jacques Baronet “Criatividade na concepção de empresas”, presente no livro Boa Idéia! E agora?, de Filion e Dolabela (2000).
.10/07/2009
Melhorando a criatividade interna
Postado por: Raphael Cangucu
Melhorando a criatividade interna
Melhorando a criatividade
As histórias de criadores que conhecemos mostram, sem exceção, que a solidão é essencial à criatividade. Afinal, seria impossível fazer um mergulho em si – a primeira operação criativa – sem um certo isolamento. Você sabe por quê? Porque só na solidão deixamos cair nossas defesas psicológicas. Daí dizermos que procurar a solidão e gostar dela, ao menos durante alguns períodos, é essencial para estimular a criatividade.
Desenvolva a capacidade de sonhar, brincar, rir, pensar com liberdade.
Segundo os especialistas, uma característica dos espíritos criativos é conviver bem com a ambigüidade, não se angustiar diante de problemas que parecem sem solução. Portanto, divertir-se com problemas e situações complexas é um estímulo à criatividade. Outro exercício importante é ter espírito crítico, duvidar permanentemente das verdades estabelecidas, rejeitar posições do tipo “é assim porque sempre foi assim”. Por fim, os criadores adultos são pessoas que conservam a curiosidade e a vivacidade das crianças, seu espírito brincalhão. O próprio Freud demonstrou que existem elos entre a criatividade e o humor.
Invente metáforas.
As gramáticas dão definições complexas para as figuras de linguagem como a metáfora. Para nossos objetivos, basta dizer que a metáfora é a representação verbal de uma associação entre dois conceitos aparentemente sem nenhuma relação. Por exemplo: ao relacionarmos a esperteza de alguém à astúcia da raposa, dizemos que “fulano é uma raposa”. Assim, a metáfora corresponde à idéia de criatividade ao associar elementos a princípio sem cognição.
Estabeleça um ritual de disciplina.
Esse conselho é particularmente útil aos empreendedores, que deixam-se absorver pelos problemas do cotidiano e ficam sem tempo para criar. Mas o empreendedor precisa pensar no futuro da empresa, na estratégia, na criação de novos produtos, etc.. Logo, cabe a ele reservar um tempo para exercitar sua criatividade. E mergulhar nisso de cabeça, ir fundo, buscando todas as associações, todos os elos entre pensamentos, pois as melhores idéias costumam aparecer no fim dos períodos de criatividade.
Retirado do curso de empreendedorismo. Autor Fernando Dolabela.




